3T15

3T15

  • Ganho consistente de participação de mercado. Com base na pesquisa mensal do comércio publicada pelo IBGE (PMC) e analisando o desempenho do setor de móveis e eletrodomésticos, a Companhia continuou ganhando participação de mercado com desempenho superior ao mercado.
     
  • Crescimento das vendas do e-commerce em 9,2% para R$531,2 milhões, alcançando 22,0% das vendas totais. No 3T15, as vendas brutas consolidadas alcançaram R$2.431,0 milhões, 13,2% menor em função de: (i) uma forte base de comparação (crescimento de 15,7% no 3T14), e (ii) um cenário macroeconômico mais desafiador com uma acentuada queda da confiança do consumidor. As vendas no conceito mesmas lojas (SSS) apresentaram uma redução de 15,9%, reflexo da queda de 21,2% nas vendas mesmas lojas físicas e do crescimento de 9,2% no e-commerce. Vale destacar que, devido ao conservadorismo da Luizacred, a redução nas vendas de CDC afetaram a performance das lojas físicas em 4,8 pontos percentuais.
     
  • Margem bruta aumentou 1,1 p.p. alcançando 29,5%. Esse resultado foi obtido em função de: (i) reflexo de melhor mix de vendas, (ii) cobrança de frete e montagem, (iii) aumento da participação de serviços e (iv) melhor negociação com fornecedores. Apesar do aumento da margem bruta, o desempenho de vendas menor em relação ao ano anterior impediu uma diluição das despesas operacionais, que diminuíram nominalmente 1,0% em relação ao 3T14. Com isso, a margem EBITDA alcançou 5,3% totalizando R$110,4 milhões. Nos 9M15, o EBITDA totalizou R$364,4 milhões, alcançando uma margem EBITDA de 5,7%.
     
  • Resultado da equivalência patrimonial representou R$21,1 milhões, equivalente a 1,0% da receita líquida. A Luizacred evoluiu sua base de cartões para 3,6 milhões (3,4 milhões no 3T14), apresentou um crescimento na carteira de crédito e nas receitas do Cartão Luiza, e alcançou um lucro líquido de R$34,5 milhões, com ROE de 24,9%. A Luizaseg apresentou um lucro líquido de R$7,7 milhões, um crescimento de 70,6% em relação ao 3T14, com ROE de 33,4%.
     
  • Melhora do capital de giro e geração de caixa operacional. A Companhia apresentou uma melhora em sua geração de caixa operacional com um resultado de R$93,5 milhões. Com relação ao capital de giro, a Companhia obteve um melhor equilíbrio entre as contas de estoques e fornecedores, reduzindo o nível de estoques ao longo do ano, e aumentando o prazo médio de compras. Com isso, a Companhia manteve a dívida líquida praticamente no mesmo patamar e uma posição de caixa e aplicações financeiras superior aos vencimentos de curto prazo. 

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