2T16

2T16

  • Novos ganhos de participação de mercado. As vendas brutas consolidadas cresceram 4,8% para R$2,6 bilhões no 2T16 versus 2T15. As vendas mesmas lojas seguem melhorando gradualmente a cada trimestre e foram positivas em 2,4% no 2T16, principalmente em função do bom desempenho do canal e-commerce (+33,6%) e de uma ligeira melhora sequencial no desempenho das lojas físicas. Com base na pesquisa mensal do comércio publicada pelo IBGE (PMC) e consultoria GFK para os primeiros cinco meses do ano, continuamos a ganhar participação de mercado em ambos os canais e em diversas categorias.
     
  • Outro trimestre de forte crescimento no e-commerce. No 2T16, as vendas do e-commerce cresceram 33,6%, maior taxa de crescimento dos últimos sete trimestres e representaram 22,5% das vendas totais. No 1S16, as vendas do e-commerce cresceram 30,6%, comparado ao crescimento do mercado de 5,2% no mesmo período, segundo dados do E-bit. Este ganho de market-share foi resultado principalmente da estratégia multicanal, da melhora do sortimento e do aumento na conversão de vendas realizadas via mobile.
     
  • Aumento da margem bruta. No 2T16, a margem bruta aumentou 1,2 p.p. para 31,8% e, no 1S16, o aumento foi de 1,7 p.p. para 31,0%. Essa expansão foi obtida em função de: (i) melhora de mix com aumento de participação da categoria de telefonia no mix total, (ii) cobrança de frete e montagem e (iii) maior racionalidade de preços no e-commerce.
     
  • Controle austero das despesas. As despesas com vendas, gerais e administrativas diminuíram cerca de 1% em termos nominais no 2T16 e 2% no 1S16, reflexo de um rigoroso controle das despesas. Mesmo com o aumento dos encargos sobre a folha de pagamento, as despesas com vendas, gerais e administrativas foram diluídas em 0,4 p.p. no 2T16 e 0,5 p.p. no 1S16, representando 25,0% e 24,4% da receita líquida, respectivamente.
     
  • Crescimento do lucro líquido. O aumento da margem bruta combinado com o rigoroso controle das despesas operacionais contribuiu para uma evolução do EBITDA de 28,9% para R$163,2 milhões (margem de 7,6%) e do lucro líquido para R$10,4 milhões (margem de 0,5%). No 1S16, o EBITDA e o lucro líquido foram de R$307,3 milhões (margem de 7,0%) e R$15,7 milhões (margem de 0,4%), respectivamente.
     
  • Redução do endividamento líquido. A dívida líquida ajustada (líquida de cartão de crédito não descontado) diminuiu de R$1.206,9 milhões em jun/15 para R$854,3 milhões em jun/16, reduzindo a relação dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado de 2,0x para 1,5x, respectivamente. Nos últimos 12 meses, a Companhia reduziu sua dívida líquida em R$352,6 milhões.
     
  • Melhora no capital de giro e geração de caixa operacional. No 2T16, a Companhia apresentou uma melhora em sua geração de caixa operacional com um resultado positivo de R$98,7 milhões, comparado com uma geração de R$3,4 milhões no 2T15. A Companhia obteve uma importante redução na necessidade de capital de giro, com destaque para o aumento do saldo de fornecedores em R$252,0 milhões versus 2T15.
     
  • Investimentos direcionados para dar suporte à estratégia de transformação digital. No 1S16 o total investido foi de R$49,9 milhões, grande parte deste montante foi destinado aos projetos de tecnologia e logística. A Companhia inaugurou 25 lojas nos últimos doze meses e deve concentrar as inaugurações deste ano no segundo semestre.

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