4T15

4T15

  • Ganho consistente de participação de mercado. Em 2015, as vendas brutas consolidadas alcançaram R$10,5 bilhões, uma redução de 8,7%, em função de uma forte base de comparação (+18,7% em 2014) e um cenário macroeconômico mais desafiador. No 4T15, a receita bruta consolidada encolheu 8,6% e alcançou R$3,0 bilhões, reflexo de uma queda de 11,6% nas vendas no conceito mesmas lojas (+19,1% no e-commerce e -17,6% nas lojas físicas). Com base na pesquisa mensal do comércio publicada pelo IBGE (PMC) e dados da consultoria GFK, ganhamos participação de mercado em todas as principais categorias de produtos.
     
  • Crescimento do e-commerce. No 4T15, as vendas do e-commerce cresceram 19,1%, representando 21,1% das vendas totais, e foram impulsionadas pela melhoria do sortimento e pelo lançamento do novo aplicativo para smartphones, que já conta com mais de 1 milhão de usuários.
     
  • Aumento da margem bruta e controle rigoroso das despesas. A margem bruta aumentou 1,1 p.p. no 4T15 e 1,2 p.p. em 2015. Esse resultado foi obtido em função de: (i) melhor mix de vendas, (ii) cobrança de frete e montagem, e (iii) aumento da participação de serviços. As despesas operacionais cresceram 2,1% no 4T15 e apenas 0,1% em 2015, mesmo considerando maiores despesas em marketing e uma inflação de 10,7%.
     
  • Margem EBITDA e Resultado Líquido. Apesar do aumento da margem bruta, o desempenho de vendas menor em relação ao ano anterior impediu uma diluição das despesas operacionais. Desta forma, a margem EBITDA atingiu 4,0% no 4T15, totalizando R$100,4 milhões. Em 2015, o EBITDA alcançou R$464,7 milhões, equivalente a uma margem EBITDA de 5,2%. O prejuízo líquido totalizou R$52,4 milhões no 4T15, reflexo do desempenho de vendas, menor diluição de despesas operacionais e aumento do CDI médio no período. Em 2015, o prejuízo líquido acumulado foi de R$65,6 milhões.
     
  • Melhoria do capital de giro e da geração de caixa operacional. A Companhia apresentou uma evolução na geração de caixa operacional passando de R$218,5 milhões no 4T14 para R$614,4 milhões no 4T15, com significativa melhoria nas contas a receber, estoques e fornecedores. Em 2015, a geração de caixa operacional totalizou R$428,2 milhões (R$91,1 milhões em 2014).
     
  • Redução da dívida líquida e aumento da posição de caixa. A dívida líquida ajustada (líquida de cartão de crédito não descontado) diminuiu de R$1.215,0 milhões em set/15 para R$488,9 milhões em dez/15, reduzindo a relação dívida líquida ajustada/EBITDA de 2,3x para 1,1x, respectivamente. Considerando o aumento da geração de caixa operacional e a renovação dos acordos de seguros, a Companhia aumentou sua posição de caixa e aplicações financeiras de R$863,1 milhões em dez/14 para R$1.161,8 milhões em dez/15, montante bastante superior à dívida de curto prazo de R$568,4 milhões.
     
  • Crescimento da base e da carteira do Cartão Luiza. Em 2015, mesmo com taxas de aprovação mais conservadoras, a Luizacred evoluiu sua base de cartões em 3,9% para 3,6 milhões, e cresceu a carteira do Cartão Luiza em 6,5% para R$3,8 bilhões. A carteira do CDC, por outro lado, diminuiu 41,7% para R$0,6 bilhão, refletindo a estratégia da Luizacred de aumentar a fidelização dos clientes por meio do Cartão Luiza e reduzir os indicadores de inadimplência. A Luizacred apresentou um lucro de R$7,9 milhões no 4T15 e R$123,3 milhões em 2015.
     
  • Renovação dos acordos com a Cardif e crescimento da Luizaseg. Em dez/15, o Magazine Luiza renovou os acordos com a Cardif e com a Luizaseg por um período adicional de 10 anos. Pela renovação desses acordos, a Companhia recebeu R$330 milhões, e aumentou o capital da Luizaseg em R$55 milhões. A Luizaseg apresentou um lucro de R$5,4 milhões no 4T15 e R$27,9 milhões em 2015, crescendo 51,3% em relação a 2014.

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