1T16

1T16

  • Ganho consistente de participação de mercado. No 1T16, as vendas brutas consolidadas alcançaram R$2,7 bilhões, um aumento de 2,6% em relação ao 1T15, apesar do cenário macroeconômico mais desafiador. As vendas mesmas lojas apresentaram uma melhora significativa e ficaram estáveis no 1T16, com importante evolução em relação aos últimos trimestres (+27,8% no e-commerce e -6,1% nas lojas físicas). Com base na pesquisa mensal do comércio publicada pelo IBGE (PMC) e consultoria GFK para os primeiros dois meses do ano, ganhamos participação de mercado em todas as principais categorias de produtos.
     
  • Forte crescimento no e-commerce. No 1T16, as vendas do e-commerce cresceram 27,8%, a maior taxa de crescimento dos últimos trimestres comparado a um crescimento de 1% para o E - bit no mesmo período e representaram 22,4% das vendas totais. Este melhor desempenho reflete: (i) ganho consistente de market-share com a estratégia multicanal, (ii) aumento da conversão das vendas realizadas via novo aplicativo para smartphones e (iii) melhor sortimento de produtos. Em nossa opinião, o mercado de e-commerce está ficando mais racional com maior equilíbrio entre as variáveis de fretes grátis, preços e prazos de parcelamento sem juros.
     
  • Aumento da margem bruta. No 1T16, a margem bruta aumentou 2,1 p.p. para 30,2%. Esse resultado foi obtido em função de: (i) melhor mix de vendas, (ii) cobrança de frete e montagem e (iii) melhor eficiência operacional em todos os canais.
     
  • Controle rigoroso das despesas. Além da melhora de margem bruta, as despesas com vendas, gerais e administrativas diminuíram 3,2% em termos nominais, reflexo de um controle ainda mais rigoroso das despesas a partir da metodologia OBZ (orçamento base zero), redução dos gastos de marketing e renegociação dos contratos em geral. Mesmo com o aumento dos encargos sobre a folha de pagamento, as despesas com vendas, gerais e administrativas foram diluídas em 0,6 p.p., representando 23,8% da receita líquida.
     
  • Evolução do EBITDA e do lucro líquido. No 1T16, o crescimento das vendas totais, o aumento da margem bruta e a melhor diluição das despesas operacionais contribuíram para a evolução do EBITDA em 13,1% para R$144,1 milhões (margem de 6,4%) e lucro líquido de R$5,3 milhões (margem de 0,2%). Excluindo as despesas de reestruturação não recorrentes no valor de R$19,0 milhões, o EBITDA ajustado alcançou R$163,1 milhões (margem EBITDA de 7,2%) e o lucro líquido ajustado totalizou R$17,8 milhões (margem de 0,8%).
     
  • Melhora no capital de giro. A Companhia apresentou uma importante redução na necessidade de capital de giro, com destaque para a redução dos estoques (R$109,3 milhões versus mar/15) e o aumento do saldo de fornecedores (R$154,9 milhões versus mar/15).
     
  • Redução da dívida líquida. A dívida líquida ajustada (líquida de cartão de crédito não descontado) diminuiu em R$191,4 milhões para R$858,7 milhões em mar/16, reduzindo a relação dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado de 1,7x para 1,6x, respectivamente. Nos últimos 12 meses, a Companhia reduziu a dívida bruta em R$114,9 milhões e aumentou a posição de caixa de aplicações financeiras em R$68,8 milhões, para R$721,3 milhões.
     
  • Melhora no resultado da Luizacred. A Luizacred segue sua estratégia de dar mais foco no produto Cartão Luiza, reforçando a importância do cartão para a fidelização da nossa base de clientes. No 1T16, o faturamento do Cartão Luiza cresceu 5,2% dentro do Magazine Luiza e 9,4% fora do Magazine Luiza, enquanto que a carteira de crédito do Cartão Luiza evoluiu 4,8% para R$3,7 bilhões. A Luizacred obteve uma redução nas despesas com provisões para devedores duvidosos em relação aos trimestres anteriores, em parte explicada pela redução de 62% no faturamento do CDC. Com isso, a Luizacred apresentou um lucro de R$26,2 milhões, melhora significativa em relação ao 4T15, porém inferior ao 1T15.

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